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Bancada Feminista do PSOL

Bancada Feminista do PSOL propõe PLs para avançar nos direitos da comunidade transmasculina no Estado de São Paulo

No próximo domingo, 30 de março, a partir do meio-dia, na Avenida Paulista, acontece a 2ª Marcha Transmasculina de São Paulo, promovida pelo IBRAT (Instituto Brasileiro de Transmasculinidades – Núcleo São Paulo).  O evento celebra a força e a diversidade da comunidade transmasculina, buscando conscientizar a sociedade sobre os desafios enfrentados por essa população, além de reivindicar por melhores condições de trabalho, moradia, saúde, educação e dignidade.

Visando promover políticas públicas efetivas para comunidade a Bancada Feminista do PSOL, mandato coletivo formado por cinco mulheres negras na Assembleia Legislativa de São Paulo (ALESP), tem promovido importantes Projetos de Lei (PLs) voltados para a população transmaculinas e comunidade LGBTQIAPN+. Entre os principais PLs em andamento, destacam-se o que propõe a criação do Dia Estadual da Visibilidade Transmasculina.

Projetos de Lei:

PL 254/2025: institui incentivos fiscais para a contratação de pessoas trans por empresas no estado de São Paulo. Garantindo um avanço significativo na luta contra a discriminação e na promoção da diversidade no ambiente corporativo.

PL 255/2025: visa garantir a distribuição gratuita de binders para pessoas transmasculinas, nos hospitais da rede estadual de saúde, bem como orientações médicas adequadas e acompanhamento de profissionais capacitados. O binder é um dispositivo de compressão torácica utilizado por pessoas transmasculinas e não binárias.

PL 256/2025: Institui o dia 20 de fevereiro como Dia Estadual da Visibilidade Transmasculina. A data visa promover a conscientização sobre os direitos, desafios e necessidades da população transmasculina, combatendo a discriminação, a violência e a exclusão social.

PL 463/2024: o auxílio aluguel representa um passo importante na proteção dos direitos fundamentais das pessoas LGBTQIAPN+ no estado de São Paulo, buscando mitigar os impactos negativos das situações de vulnerabilidade habitacional e destinando-se a amparar àqueles que, por questões de orientação sexual ou identidade de gênero, são obrigados a deixar seus lares em condições adversas. A proposta visa não apenas oferecer suporte financeiro, mas também assegurar um ambiente seguro e livre de discriminação para pessoas LGBTQIAPN+ para que assim, elas possam continuar suas vidas.

PL 1054/2023: institui a Política Estadual Armário Nunca Mais e cria mecanismos para coibir e prevenir a violência contra a população LGBTQIAPN+, garantindo a aplicação de medidas de assistência e proteção às pessoas em situação de violência doméstica, familiar ou vulnerabilidade social. Reforçando o compromisso do Estado na promoção da dignidade, segurança e direitos dessa população, assegurando que a discriminação e a violência sejam combatidas de forma efetiva.

PL 135/2023: estabelece a obrigatoriedade de reserva mínima de 3% das vagas em universidades e faculdades públicas estaduais para pessoas transgênero e intersexo.. Dessa forma, busca ampliar o acesso ao ensino superior, promovendo equidade e inclusão nas instituições públicas do estado de São Paulo.

PL 809/2023: propõe a criação da campanha permanente contra a LGBTQIAPN+fobia e a violência de gênero nos eventos esportivos no Estado de São Paulo. A iniciativa busca combater a discriminação e promover ambientes mais seguros e inclusivos em práticas esportivas, garantindo que o respeito e a equidade sejam pilares fundamentais no esporte.

A implementação de políticas de ações afirmativas voltadas para a comunidade transmasculina é essencial para garantir o acesso a direitos fundamentais, respeito e igualdade de oportunidades. Para construirmos uma sociedade verdadeiramente inclusiva, é imprescindível que TODAS as identidades sejam reconhecidas e tenham seus direitos assegurados’, conclui Carol Iara, codeputada da Bancada Feminista do PSOL.

leticia lé

Jovem negra e nordestina, advogada especializada em direitos humanos. Formada na primeira turma de cotistas da Faculdade de Direito da USP, onde é fundadora do Laboratório de Estudos Étnico-Raciais. Ativista do coletivo “Afronte!” e do movimento negro.

DAFNE sena

Advogada criminalista, mãe do Martin e autista com diagnóstico tardio. Militante ecossocialista e parte da coordenação da Frente São Paulo Pela Vida. Participou da resistência popular contra as revisões do Plano Diretor e da Lei de Zoneamento da cidade. Desde 2021, é covereadora da Bancada Feminista do PSOL.

naiara do rosário

Jovem negra e periférica, pedagoga e mãe da Sol. Liderança comunitária no fundão da zona Sul da cidade, educadora nos cursinhos populares da Rede Emancipa e coordenadora da Casa Emancipa do Grajaú.

SILVIA FERRARO

Ativista em defesa da educação pública, professora de História da rede municipal de ensino e mãe da Victoria. Iniciou sua atuação política na luta contra a ditadura militar, participando da Pastoral da Juventude e do movimento estudantil secundarista. Candidata ao Senado em 2018 e, desde 2021, covereadora da Bancada Feminista do PSOL.

NATHALIA SANTANA

Mulher negra, bissexual e vegana, formada em engenharia ambiental. Defende os territórios e comunidades tradicionais frente ao racismo ambiental e enfrenta a emergência climática com justiça racial. Militante ecossocialista e da Marcha das Mulheres Negras de São Paulo.

Sirlene Maciel

Professora, sindicalista e sambista nas horas vagas. Nasceu no bairro da Penha, Zona Leste de São Paulo. Filha de um gráfico e uma tecelã, trabalhou no comércio, em supermercado, em telemarketing e como professora nas redes estadual e municipal de São Paulo. Desde 2008, leciona Língua Portuguesa e Literatura no Centro Paula Souza, na Etec Prof. Aprígio Gonzaga e na Etec Tereza Nunes. É mestra em Estudos Literários pela Unesp Araraquara. Possui experiência nas lutas em defesa da educação pública, gratuita e de qualidade. Atualmente, é presidenta da Ateps (Associação das Trabalhadoras e dos Trabalhadores do Centro Paula Souza). Foi diretora da União Nacional dos Estudantes (UNE), gestão 2001-2003. Participou da Executiva da Apeoesp de Guarulhos e do Conselho Geral do Sinpeem (Sindicato dos Profissionais de Educação do Município de SP).

Paula Nunes

Advogada criminalista e defensora de direitos humanos, tem a segurança pública como uma de suas principais pautas. Iniciou sua militância no movimento de juventude e no movimento negro em 2012, integrando a gestão do Centro Acadêmico 22 de Agosto do Direito PUC/SP, além de ter ajudado a construir coletivos de combate ao racismo, como a Coalizão Negra por Direitos, o Comitê Contra o Genocídio da Juventude Negra e a Frente Pró-Cotas nas universidades estaduais paulistas. Na adolescência, fez parte da coordenação do grupo de jovens da Igreja Santo Antônio de Lisboa, na Zona Leste de São Paulo, e da Juventude Palotina do Brasil. É ativista da Marcha das Mulheres Negras de São Paulo e do movimento de juventude Afronte, e foi covereadora com a Bancada Feminista do PSOL na Câmara Municipal de São Paulo (2021-2023).

Silvia Ferraro

Covereadora pela Bancada Feminista do PSOL na Câmara Municipal de São Paulo. Professora de História da rede municipal de ensino, mãe e ativista da frente Povo Sem Medo e do movimento feminista. Sua militância política começou já na adolescência, a partir do movimento estudantil, da Pastoral da Juventude e das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs). Começou a dar aulas na escola pública com 20 anos e, desde então, construiu uma trajetória de luta em defesa da educação. Foi candidata do PSOL ao Senado em 2018, quando obteve mais de 208 mil votos só na capital, a maior votação do partido na cidade. É membra do Diretório Nacional do PSOL.

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Paula Nunes

Advogada criminalista e defensora de direitos humanos, tem a segurança pública como uma de suas principais pautas. Iniciou sua militância no movimento de juventude e no movimento negro em 2012, integrando a gestão do Centro Acadêmico 22 de Agosto do Direito PUC/SP, além de ter ajudado a construir coletivos de combate ao racismo, como a Coalizão Negra por Direitos, o Comitê Contra o Genocídio da Juventude Negra e a Frente Pró-Cotas nas universidades estaduais paulistas. Na adolescência, fez parte da coordenação do grupo de jovens da Igreja Santo Antônio de Lisboa, na Zona Leste de São Paulo, e da Juventude Palotina do Brasil. É ativista da Marcha das Mulheres Negras de São Paulo e do movimento de juventude Afronte, e foi covereadora com a Bancada Feminista do PSOL na Câmara Municipal de São Paulo (2021-2023).

Mariana Souza

Cientista social com habilitação em Sociologia pela Universidade Estadual de Campinas. Militante ecossocialista, bissexual, vegana popular e educadora. Cria do ABC, fez parte de uma candidatura coletiva à vereança de Curitiba, em 2020. Foi servidora pública municipal das secretarias de Educação dos municípios de Santo André e Mauá. Também atuou no Centro Colaborador em Alimentação e Nutrição Escolar do Paraná (CECANE/UFPR), e como mediadora de conflitos socioambientais; entre outras atividades profissionais e militantes ligadas ao direito à cidade, à soberania alimentar e por justiça ambiental, social e climática.

Carolina Iara

Carolina Iara é mulher intersexo, travesti, negra e vive com HIV/aids. Foi covereadora da Câmara Municipal de São Paulo com a Bancada Feminista do PSOL. É mestranda em Ciências Humanas e Sociais pela Universidade Federal do ABC e pesquisa sobre empregabilidade de pessoas negras que vivem com HIV. É assistente de políticas públicas da Secretaria Municipal de Saúde (onde trabalhou por 7 anos com vítimas de violência doméstica e sexual) e é militante do Coletivo Loka de Efavirenz, da Rede de Jovens São Paulo Positivo (RJSP+), dos movimentos de HIV/AIDS e LGBTQIA+, e da Associação Brasileira Intersexo (ABRAl) a qual ajudou a fundar. Também é escritora e poeta.

Carolina Iara

Carolina Iara é mulher intersexo, travesti, negra e vive com HIV/aids. Foi covereadora da Câmara Municipal de São Paulo com a Bancada Feminista do PSOL. É mestranda em Ciências Humanas e Sociais pela Universidade Federal do ABC e pesquisa sobre empregabilidade de pessoas negras que vivem com HIV. É assistente de políticas públicas da Secretaria Municipal de Saúde (onde trabalhou por 7 anos com vítimas de violência doméstica e sexual) e é militante do Coletivo Loka de Efavirenz, da Rede de Jovens São Paulo Positivo (RJSP+), dos movimentos de HIV/AIDS e LGBTQIA+, e da Associação Brasileira Intersexo (ABRAl) a qual ajudou a fundar. Também é escritora e poeta.

Dafne Sena

Covereadora pela Bancada Feminista do PSOL na Câmara Municipal de São Paulo. Advogada criminalista de formação, foi trabalhadora de aplicativos, é militante ecossocialista, vegana por um veganismo popular e integra a Coordenação Estadual da Setorial Ecossocialista do PSOL.

Natália Chaves

Covereadora pela Bancada Feminista do PSOL na Câmara Municipal de São Paulo. Militante ecossocialista e pelo veganismo popular. Formada em Letras, é tradutora, tendo contribuído com a Revista Jacobin. Participa do Coletivo Anticapitalista por um Veganismo Acessível e Livre de Opressão (C.A.V.A.L.O.) e da Marcha das Mulheres Negras de São Paulo.